Num mundo onde a tecnologia frequentemente isola as crianças em ambientes fechados, torna-se crucial responder com soluções concretas para a rua do brincar.
Hoje, passados cinco anos, num momento particularmente sensível para quem vê os incêndios próximos de si ou dos seus familiares e amigos, muitos dos que sofreram com a tragédia de 2017 sofrem ainda sem que tenham tido acesso a qualquer tipo de apoio psicológico.
Em Portugal temos demasiadas áreas e setores em que produzimos baixo valor acrescentado com tempos de trabalho elevados. Este é o paradigma que urge mudar na próxima década se queremos manter as gerações mais qualificadas no país.