O valor ascendeu a cerca de 31 mil milhões de escudos (284 milhões de euros) e a origem é idêntica à de anos anteriores: a maior fatia das remessas provém de Portugal (cerca de um terço), seguindo-se Estados Unidos (29%) e França (18%).
O BCV decidiu “manter a taxa diretora, a facilidade permanente de cedência e a absorção de liquidez nos 2,5%, 2,75% e 2,25%, respetivamente”, indicou em comunicado, após a reunião de quinta-feira do conselho de administração.
BVC é a primeira bolsa de valores da lusofonia a aderir à plataforma internacional das Nações Unidas, que reúne mais de 130 bolsas de valores, investidores, reguladores e outros intervenientes dos mercados de capitais.
Governo de Ulisses Correia e Silva renovou igualmente o mandato de António Varela Semedo como administrador, tendo feito duas substituições. Soeli Cristina Dias Santos e Paulo Alexandre Silva dos Santos passam a integrar o Conselho de Administração do BCV.
Os números ficaram ligeiramente abaixo da última estimativa do Banco de Cabo Verde (BCV), que apontava para uma taxa média anual de inflação de 2,4%, em 2025.
"Este nível é considerado confortável e adequado para assegurar a preservação do regime cambial de paridade fixa com o euro, reforçando a estabilidade macroeconómica do país", sublinha o Governo numa nota publicada nas redes sociais.
A previsão consta do mais recente boletim de Inquérito ao Mercado de Crédito do Banco de Cabo Verde (BCV), que aponta, igualmente, para "um ligeiro aumento da procura de crédito pelas empresas e pelos particulares" no terceiro trimestre de 2025.
De acordo com o relatório de estabilidade financeira, no ano passado o sistema financeiro cabo-verdiano manteve a sua integridade e estabilidade apesar do contexto desfavorável devido aos efeitos da guerra na Ucrânia e à desaceleração da atividade económica global.