A garantia é da secretária geral da AHRESP, que aponta a falta de mão de obra existente no sector e sublinha a importância de baixar os impostos sobre as empresas, que neste momento estão "estranguladas".
Mais do que medidas populistas, num momento em que o custo da energia no consumo das famílias portuguesas é dos mais altos da Europa, é urgente o Estado aliviar toda a carga fiscal possível.