O que os sindicatos deviam estar a reivindicar era uma descida de impostos para quem pretende trabalhar mais, e não o aumento do trabalho suplementar. Isso, sim, seria defender o interesse do país e dos trabalhadores.
A minha crítica principal sempre se centrou na desigualdade relativa que o atual modelo provoca, pouco aproveitando à esmagadora maioria dos jovens, dirigindo-se antes a uma larguíssima minoria.