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Boletins azuis e rosas: Ministério da Saúde obriga DGS a voltar atrás

As cores deste documento são atribuídas consoante o sexo da criança. Se é menina, a cor é rosa, e se é menino, a opção mantêm-se pelo azul, fazendo assim a distinção de géneros. A diretora-geral da saúde, Rita Sá Machado, queria terminar com esta distinção, tornando todos os boletins amarelos. No entanto, em comunicado à comunicação social, o Ministério revelou que tal não vai acontecer.
Inês Correia Botelho12 Nov
Boletins azuis e rosas: Ministério da Saúde obriga DGS a voltar atrás

Revista de imprensa

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