Em relação ao ano anterior este valor representa um aumento de 21%, com os contratos celebrados a superarem os 7,5 mil milhões de euros, num crescimento homólogo de 48%.
Durante os primeiros oito meses do ano foram emitidas 13.488 licenças para construção e reabilitação de edifícios para habitação, o que significou um aumento de 9%, face ao período homólogo de 2024.
Neste período foram licenciadas 20.613 novas habitações, tendo sido emitidas 10.262 licenças para construção e reabilitação, o que significou um crescimento homólogo de 13,6%.
O valor total de contratos de empreitadas de obras públicas celebrados e registados até junho aumentou 67%, em termos homólogos, para 2.828 milhões de euros, anunciou esta sexta-feira a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).
"O processo legislativo do Simplex está fechado e, portanto, irá a Conselho de Ministros nas próximas semanas", afirmou Miguel Pinto Luz na conferência "Lei dos Solos: Alterações ao RJIGT - Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial - Desafios e Oportunidades" promovida pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), no Porto.
O setor registou estabilidade face ao período homólogo na atividade, ao mesmo tempo que a carteira de encomendas aumentou de forma significativa, deixando boas perspetivas sobre os próximos meses. Os dados foram recolhidos pela AICCOPN junto de empresários.
A garantia foi dada pelo ministro das Infraestruturas e Habitação. Miguel Pinto Luz classifica os portos como "o parente pobre das Infraestruturas", realçando que, no caso da rodovia, capitais de distrito como Portalegre e Beja ainda hoje não têm acesso pela autoestrada.
Segundo o "Barómetro das Obras Públicas" da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), o montante dos concursos de empreitadas de obras públicas saltou de 6.048 milhões de euros em 2023 para 8.376 milhões de euros em 2024, estabelecendo um novo recorde desde o início da série em 2011.
Este crescimento no crédito é um sinal positivo para o mercado imobiliário, refletindo uma maior confiança dos consumidores e um aumento na procura por habitação.
Contas feitas aos primeiros oito meses do ano na síntese estatística da habitação elaborada pela AICCOPN. Destaca ainda que a taxa de juro implícita no crédito à habitação fixou-se em 4,42%, mantendo a trajetória de redução iniciada em janeiro.