A Associação de Hotelaria de Portugal (AHP) vai a eleições a 21 de abril. O atual presidente, Bernardo Trindade, já anunciou a sua recandidatura. Em entrevista ao JE aborda os constrangimentos que o novo aeroporto de Lisboa tem sobre o setor, fala sobre o impacto do 'Integrar para o Turismo" na atividade e da importância da IA no negócio hoteleiro. Caso seja reeleito, Bernardo Trindade pretende negociar um novo contrato coletivo de trabalho e continuar a aumentar o número de associados.
A Associação de Hotelaria de Portugal (AHP) considerou que a medida é "desajustada e desadequada", e "tomada sem a devida ponderação". A Associação defende que a decisão "é agravada pela ausência de consideração e reflexão" sobre os contributos dos hoteleiros da Região.
A Câmara do Funchal cobra taxa turística a partir de outubro. Autarquia e Associação de Hotelaria (AHP) têm visões diferentes sobre o assunto. O sector expressa algumas reservas.
O presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Bernardo Trindade, considerou que o atual contexto geopolítico, com duas guerras ativas, entre Rússia e Ucrânia e entre Israel e o Hamas, e o contexto económico, devido a fatores como a inflação, e uma política mais restritiva do Banco Central Europeu (BCE), são alguns dos desafios do turismo.
A esperança da AHP é que, em 2024, com a possível descida das taxas de juro, se possa reduzir o impacto dos encargos financeiros no sector. Contudo disse também que o crescimento no turismo, em 2024, não deve ser “tão robusto” como foi em 2023.
Bernardo Trindade revela existência de tensões com administração executiva da TAP quando se tratava de assegurar os interesses de Portugal, quando esteve na companhia aérea. E considera inaceitável que ainda não se tenham feito os investimentos no Aeroporto da Madeira para a aquisição de melhores equipamentos de controlo de tráfego e de meteorologia.