A Aon Portugal reforçou a sua equipa com três novas contratações para áreas consideradas estratégicas, numa aposta no crescimento e na resposta a um mercado mais exigente.
De acordo com o estudo, 98% das organizações em Portugal reconhece o impacto transformador da IA, um valor que supera em 12 pontos percentuais a média global (86%). Ainda assim, este elevado grau de confiança contrasta com fragilidades ao nível da capacitação dos trabalhadores e da maturidade das práticas de recursos humanos.
A conclusão é de um estudo da Aon, que envolveu entrevistas a trabalhadores. Um terço dos inquiridos referiu sentir-se desvalorizado, ao mesmo tempo que são quase metade reconhecem estar à procura de novas oportunidades ou a considerar uma mudança.
"Com esta nomeação, a Aon Portugal reforça a sua aposta no mercado de M&A em Portugal, no qual tem vindo a oferecer soluções inovadoras que apoiam os seus clientes na avaliação e mitigação dos riscos associados aos investimentos e à compra e venda de empresas", revela a companhia de risco, reforma e saúde.
Alexandre Tesoni passa a liderar a equipa e o negócio de Broking & Specialties, responsável pela negociação e colocação de seguros em prol dos clientes da corretora de seguros e resseguros no mercado português.
A Aon, empresa multinacional britânica com sede em Londres, corretora seguros e especializada nas áreas de risco, reforma, saúde e pessoas, anunciou em comunicado a nomeação de Alfonso Gallego de Chaves como CEO da Aon Ibéria e Presidente da Aon Espanha, reportando a Julie Page, CEO da EMEA.
Estudo 'Global Risk Management Survey' realizado pela Aon analisou os principais riscos para as empresas portuguesas. No caso da falta de mão de obra, é necessário que os empregadores e colaboradores, se adaptem à evolução das necessidades em termos de competências, no contexto das transições ecológica e digital.
Responsável da AON Portugal defende que as atuais soluções de crédito estão preparadas para os desafios que se perspetivam para o sector da exportação. Economista alerta para o aumento dos incumprimentos devido aos juros.
Especialistas temem uma crise económica, mas acreditam que o sector será um “caminho alternativo” para as empresas. Inovação tecnológica é fundamental para as seguradoras de crédito. Rodolfo Alexandre Reis