A mata atlântica, em Minas Gerais, Brasil, não invoca apenas o poder da natureza. Nela nasceu o maior museu a céu aberto do mundo. Bernardo Paz sonhou-o e, agora, está a erguer um novo capítulo ali ao lado.
Como sobreviver à perda, ao exílio? Anna Maria Maiolino desfia essa resistência há mais de seis décadas. Nunca deixou de inventar e de reinventar-se, sem esperar pelo sucesso. Traz a Lisboa a sua “Terra Poética”, que celebra o barro como matéria primordial. Em 2024, Veneza distinguiu-a com o Leão de Ouro. Dedicou o prémio à arte brasileira, à qual diz pertencer.