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Angola vai deixar de enviar doentes para Portugal

De acordo com o despacho, do dia 9 de junho, assinado pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, o Estado angolano fez investimentos para o tratamento diferenciado e alta complexidade no país, com parcerias estratégicas com instituições de referência mundial, reforçando a capacidade de diagnóstico e terapêutica para a reversão da junta.
Angola vai deixar de enviar doentes para Portugal

Angola insta países africanos a definirem estratégia de defesa dos diamantes naturais

“Chegou o momento para os países africanos produtores de diamantes falarem a uma só voz para defenderem aquilo que legitimamente lhes pertence e moldarem uma narrativa global que reflita a nossa verdade e o nosso imenso potencial. Esta não é apenas uma questão de mercado, é uma questão de justiça económica e dignidade cultural”, disse hoje o ministro angolano dos Recursos Mineiras, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo.
Angola insta países africanos a definirem estratégia de defesa dos diamantes naturais

Hilton estreia-se em Angola com três hotéis

Anúncio foi feito no Fórum sobre o Futuro da Hospitalidade em África, na Cidade do Cabo, segundo o Ministério do Turismo de Angola. O “Hilton Luanda Hotel Godinho”, “Hilton Garden Inn Luanda Airport” e “DoubleTree by Hilton Cabinda Futila Residences” colocam o país nos planos do grupo norte-americano para quase triplicar a sua presença em África.
Inês Amado18 Jun
Hilton estreia-se em Angola com três hotéis

Carlos Feijó: “Língua portuguesa é elemento de afirmação política e económica, mas não temos tirado vantagens”

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa precisa de uma âncora para alavancar o seu desenvolvimento. Tanto o Brasil como Portugal não têm mostrado ser esse motor que leva os restantes estados-membros atrás, o que faz com que não se aproveite o potencial desta aliança. Quem o diz é Carlos Feijó, jurista, professor universitário, foi ministro de Estado no Governo de Angola. Em 5 Minutos, no JE e na TSF, critica também o Portugal mal-agradecido a Angola pelo investimento feito, “até a pedido até das autoridades portuguesas” na altura da crise financeira e económica.
Carlos Feijó: “Língua portuguesa é elemento de afirmação política e económica, mas não temos tirado vantagens”