Acordo quer promover um "investimento mais acessível a um público mais vasto", lê-se num comunicado da corretora que tem Zlatan Ibrahimović como embaixador.
Em dois anos, as contas da SAD do FC Porto voltaram aos lucros. Apesar do título, há nuvens no horizonte dos dragões: subida dos custos com pessoal disparou e preocupa.
Num tempo dominado pelo ruído, pela facilidade e pela política do curto prazo, André e Pedro entenderam que liderar é aceitar o custo de decisões certas quando elas são impopulares.
Após 42 anos de Pinto da Costa, Villas-Boas chegou ao FC Porto com a difícil missão de reerguer o clube: com títulos e com músculo financeiro. Octávio Lousada Oliveira, autor do livro “Capitão de Abril – André Villas-Boas e a Revolução inacabada” é o convidado desta edição.
SL Benfica e FC Porto preparam um forte investimento para a nova época, provavelmente o maior de sempre. Será que bater recordes de investimento é sinónimo de sucesso desportivo? Estes e outros temas vão estar em análise nesta edição do "Jogo Económico".
Entre a Luz e o Dragão joga-se um clássico: quem gasta mais depois de uma época frustrante. Villas-Boas já vai a meio do maior investimento de sempre e Rui Costa tem eleições em outubro (um tónico que normalmente exige uma forte abertura dos cordões à bolsa.
"Chegámos a uma situação, em novembro, de desespero absoluto", revelou o presidente do FC Porto numa entrevista ao "JN" e "O Jogo" em que confirmou a existência de ordenados em atraso mas também o abate de 179 milhões de euros no passivo.
Dia de emoções fortes no Porto com a despedida a Jorge Pinto Pinto da Costa a reunir milhares de pessoas nas ruas e no Estádio do Dragão, rodeado dos títulos mais importantes. Rivais mantiveram-se em silêncio e até Montenegro comentou o silêncio.
Elegendo Pinto da Costa como “o presidente dos presidentes”, Villas-Boas salientou que o seu antecessor no cargo “dedicou toda uma vida para colocar e elevar o nome da Instituição ao topo do mundo”.
A auditoria forense da Deloitte mostra como a SAD do FC Porto liderada por Pinto da Costa gastou 16,7 milhões de euros em seis jogadores, sem que houvesse "racional de decisão". Verba foi sempre parar aos cofres do Portimonense.
Além do técnico do Sporting CP (que deverá estar prestes a rumar ao Manchester United), dois portugueses estão na lista dos treinadores com as transferências mais altas.
O futuro que André Villas-Boas idealiza para o FCP é de estabilidade e sucesso, onde as vitórias desportivas são acompanhadas por uma saúde financeira robusta que permita ao clube crescer de forma sustentável.
Os responsáveis da SAD dos azuis e brancos têm estado a sondar o mercado e a obter o feedback por parte de entidades com experiência no lançamento deste tipo de operações para perceber a viabilidade da operação e em que moldes é que a mesma pode ser lançada.
“Faço um apelo ao bom senso da administração da SAD do FC Porto. A vossa renúncia jamais seria considerada como ato de fuga, mas como um ato nobre que vos elevaria. O clube não tem dois presidentes", realçou o presidente eleito na cerimónia de tomada de posse que teve lugar esta terça-feira.
Em entrevista ao JE, Jaime Carvalho Esteves, advogado da J+Legal e sócio do FC Porto, e apoiante desde a primeira hora de André Villas-Boas, define os maiores desafios dos novos corpos dirigentes: receitas e despesas, fair-play financeiro da UEFA, a questão do estádio e do merchandising, os encargos e a redução dos gastos de financiamento assim como o património e a bilhética.
O reforço da tesouraria, a gestão da dívida (passivo está em 513 milhões de euros) e a valorização dos passes dos futebolistas, assim como a criação do centro de alto rendimento, são prioridades para o novo presidente do FC Porto. Jaime Carvalho Esteves, advogado da J+Legal e sócio do FC Porto, analisa os desafios mais prementes de André Villas Boas.
Vivem-se dias históricos no FC Porto com a chegada de um novo presidente após 42 anos de "reinado" de Jorge Nuno Pinto da Costa. Nesta edição, Jaime Esteves, advogado da J+Legal e sócio do FC Porto, analisa os tremendos desafios de André Villas-Boas para os próximos anos.
De acordo com o despacho assinado pelo atual líder da Mesa da Assembleia Geral, José Lourenço Pinto, a sessão vai decorrer daqui a uma semana, às 12:00, a seis dias da data-limite para a investidura dos recém-eleitos corpos gerentes para o quadriénio 2024-2028.
A vitória foi histórica mas o verdadeiro desafio começa agora. André Villas-Boas, que cresceu entre relatórios de contas devido ao contexto familiar (apesar do passado como treinador), vai ter de lidar com questões económicas e financeiras como as mais prementes do presente e futuro do FC Porto. A começar por aquele que é o maior passivo do futebol português.
O comentador elogiou o funcionamento da democracia no desporto, que colocou um ponto final à liderança de 42 anos de Pinto da Costa no FC Porto. No espaço de comentário, Marques Mendes elogiou a "coragem [de Villas-Boas] de enfrentar o poder".