Desde a adolescência que a mente efervescente de Djam Neguin lhe mostrou o caminho a seguir. Da Cidade da Praia rumou a Braga, onde viveu entre os 9 e os 19 anos. Regressou a Cabo Verde e continuou a criar outras narrativas para a sua cabo-verdianidade, para a sua “pretitude e para um mundo distinto que precisa de ser construído, primeiro, no exercício da imaginação”. A sua vocação camaleónica e fusionista também passa pelo ensino. Leciona em diversas capitais mundiais e considera a educação e as artes dois pilares fundamentais para a construção de uma sociedade onde prevaleça o “progresso solidário e a justiça social”.