O “sonho” do ex-ministro das Infraestruturas Pedro Nuno Santos de comprar 117 novos comboios para a CP, obrigando os concorrentes a fabricarem em Portugal, enfrenta vários percalços na reta final. Não só pode ser contestado nas instâncias europeias por conter cláusulas consideradas ilegais à luz das regras comunitárias, como tem candidatos que entregaram propostas que alegadamente violam os parâmetros do caderno de encargos.