A Proença de Carvalho vai disputar o mercado da advocacia de negócios. Três dos sócios explicam o que motivou a nova sociedade. Vão apostar na individualização, na flexibilidade, na parceria com clientes e no investimento em tecnologia. Para serem competitivos
Francisco Espregueira Mendes, managing partner da Telles, justifica a nomeação de Ana Ferreira Neves para o colégio de sócios com a "contínua aposta na progressão de carreira e permanente valorização dos nossos advogados, reconhecendo as suas qualidades humanas e méritos profissionais".
César Sá Esteves e Octávio Castelo Paulo, managing partners da SRS Legal, comentam as duas contratações como "um novo marco na consolidação e no crescimento estratégico" do escritório.
As tabelas elaboradas pela consultora, da Liga de Assessores Financeiros e Jurídicos, classificam-nos pelo valor total e volume de negócios de fusão e aquisição (M&A) em que prestaram assessoria em 2024.
Francisco Proença de Carvalho abriu, com sete sócios e sete associados, um escritório que preserva o legado da sua família, mais de meio ano depois de ter deixado a Uría Menéndez.
O anúncio é feito pouco tempo após a nomeação do advogado Manuel de Abreu Castelo Branco como sócio responsável pela prática de Contencioso e Arbitragem do escritório em Lisboa.
O ano de 2025 promete ser um ponto de viragem. Com novos recursos, tecnologia de ponta e uma geração de magistrados mais bem preparada, talvez estejamos no limiar de uma nova era para a justiça portuguesa.
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É verdade que a confiança é uma condição necessária para se alcançar o sucesso na advocacia, e também na consultoria, mas não suficiente, porque é preciso entregar resultados de forma competitiva.
"Esta aliança reforça os fluxos de investimento entre Portugal e o Sudeste Asiático, permitindo a ambas as sociedades servir melhor os seus clientes com uma
oferta de serviços jurídicos especializada que abrange jurisdições na Europa, África e Ásia", diz o escritório português em comunicado.
É uma sociedade independente de advogados, mas está integrada no “ecossistema” da consultora EY, que detém parte do capital. O objetivo é que fazer parte de uma one stop shop, aproveitando sinergias, incluindo de uma rede internacional de serviços jurídicos que está em 90 países.
Francisca Cordeiro da Silva (Trabalho e Segurança Social), Maria Teresa Magalhães (Ambiente & Alterações Climáticas, Energia e Recursos Naturais), e Eduardo Almeida Rocha e Sara Pessoa Briote (Fiscal) são os mais recentes associados do escritório liderado por Francisco Espregueira Mendes.
Organizada pela Ordem dos Advogados de Angola, pela Sociedade de Advogados Manuel Gonçalves & Associados e pelo Centro de Arbitragem Comercial da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, a edição deste ano do evento tem como lema “Construindo Caminhos pela Arbitragem: Transparência, Infraestruturas e Tributação”.
O sócio fundador da Melo Alves, Tiago Melo Alves, membro do Fórum Penal e da ECBA - European Criminal Bar Association, e Jéssica Gonçalves, associada das áreas do contencioso penal, direito contraordenacional, direito penal económico e direito penitenciário, formam a equipa deste novo eixo de atuação.
O mais recente associado sénior da Pérez-Llorca, que se dedica, também, a Contencioso Administrativo e Arbitragem, transita da Sérvulo & Associados, onde esteve durante nove anos.