Em 2024, a Aliança Democrática (PPD/PSD.CDS-PP.PPM) tinha já ganho a votação no distrito e conquistado sete assentos, ficando cinco para o PS, três para o Chega e um para a IL.
A segunda força política mais votada foi o PS, com 27,39% dos votos e três deputados eleitos, seguido do Chega, com 18,39% dos votos e dois deputados eleitos, de acordo com os resultados provisórios oficiais da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.
O Chega é o segundo partido mais votado com 23,20% às 21:59, e o PS surge em terceiro lugar com 23,12%, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério de Administração Interna - Administração Eleitoral.
O Chega foi a segunda força política no distrito com 22,97% dos votos e um deputado eleito e o PS ficou em terceiro com 21,72% dos votos e também um deputado.
Segundo os resultados provisórios oficiais da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, o PS elegeu também um deputado, mantendo-se assim a distribuição de assentos parlamentares neste círculo eleitoral em relação às legislativas de 2024.
Segundo os resultados provisórios oficiais da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, o PS elegeu também um deputado, tal como o Chega, mantendo-se assim a distribuição de assentos parlamentos neste círculo eleitoral em relação às legislativas do ano passado.
Em declarações à Lusa, Paulo Estêvão, secretário-geral dos monárquicos, confirmou que o partido irá recorrer para o plenário do Constitucional e lembrou que o primeiro acórdão do TC nesta matéria, em que é recusado o pedido para o uso da designação AD - Aliança Democrática - PSD/CDS”, “é inequívoco” e define que “não há qualquer possibilidade de fazer referência à Aliança Democrática ou AD”.
O Tribunal Constitucional tinha recusado a primeira proposta “AD - Aliança Democrática - PSD/CDS” para as legislativas antecipadas de 18 de maio, alegando que podia induzir em erro os eleitores, já que desta vez não incluirá o PPM, ao contrário do que aconteceu nas eleições de há um ano.
Nova sigla, anunciada pelo secretário-geral do PSD, surge depois de o Tribunal Constitucional, há dois dias atrás, ter recusado a denominação “AD - Aliança Democrática - PSD/CDS”.