Nas cerimónias do Dia de Portugal, é comum ver figuras de Estado com um semblante de ateus forçados a assistir a uma cerimónia religiosa, numa atitude de indiferença e cinismo.
José Manuel Bolieiro falava em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, sobre os discursos do Presidente da República e do presidente da comissão organizadora das comemorações do Dia de Portugal.
"Com honestidade, o Estado e as empresas têm de reconhecer que o mercado de trabalho ainda não aprendeu a recompensar adequadamente o conhecimento e a inovação. E isso é inaceitável e temos de o alterar", considerou, no seu discurso do 10 de Junho, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.
O Presidente da República salientou hoje a “coragem, ideia de serviço e espírito de missão” das Forças Armadas ao longo de gerações e considerou que os militares compreendem com clareza que a defesa da paz exige resiliência.
O Presidente da República defendeu hoje, a partir dos Açores, a paz, os direitos humanos e a Carta das Nações Unidas e uma "relação de equilíbrio" com os aliados, no seu discurso do 10 de Junho.
Segundo a informação disponibilizada na página oficial da Presidência da República, o Chefe de Estado que tem chegada prevista à Madeira às 12:40, tendo como foco a celebração dos 40 anos da autonomia e da adesão de Portugal na União Europeia.
António José Seguro escolheu o professor universitário açoriano Miguel Monjardino, nascido em Angra do Heroísmo, para presidir às comemorações do 10 de Junho deste ano, as primeiras do seu mandato presidencial, com sede nesta cidade açoriana.
Na cerimónia militar, realizada na Avenida dos Descobrimentos, na cidade algarvia de Lagos no dia de ontem, o chefe de Estado expressou a sua gratidão ao "povo anónimo" e sublinhou a importância do papel dos militares na história do país.
Num vídeo publicado na sua conta de Instagram, Luís Montenegro, afirmou que é "possível construir um Portugal seguro, um Portugal que olha para os portugueses e lhes dá as ferramentas para terem uma casa digna, uma saúde de qualidade e um ensino com espírito transformador. Um Portugal onde o Estado sirva de base para cada um ser aquilo que quiser, sem intromissões nem dirigirmos ideológicos".
O evento decorreu na Sala de Jantar do Presidente da Câmara dos Comuns, no edifício histórico do Parlamento Federal, em Otava, reunindo deputados de todos os quadrantes políticos, representantes diplomáticos, dirigentes comunitários e dezenas de luso-canadianos.
"O país não se pode dizer que esteja muito polarizado. Os portugueses polarizados estavam, porventura, quando houve a sucessão de regimes, monarquia e república, quando houve o problema de ditadura e democracia", declarou o chefe de Estado à comunicação social, em Lagos.
A cerimónia, intitulada XXXIII Encontro Nacional de Homenagem aos Combatentes, realizou-se, como todos os anos, no Monumento aos Combatentes do Ultramar, em Belém, Lisboa, e foi igualmente acompanhada pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, e por centenas de pessoas, a maioria das quais ex-combatentes.
Carlos César falava aos jornalistas no final da cerimónia comemorativa do 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que se realizaram em Lagos, no distrito de Faro.
No fim do seu discurso na cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas realizada na Avenida dos Descobrimentos da cidade algarvia de Lagos, Marcelo Rebelo de Sousa fez um agradecimento ao "povo anónimo" e destacou o papel dos militares.
Esta mensagem de Marcelo Rebelo de Sousa no seu discurso do 10 de Junho tinha sido também deixada antes pela escritora e conselheira de Estado Lídia Jorge, presidente da comissão organizadora destas comemorações do Dia de Portugal, realizadas na cidade algarvia de Lagos.
Lídia Jorge, conselheira de Estado falava enquanto presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do 10 de Junho, em Lagos, num discurso que antecedeu o do chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa.
Na sua última intervenção como Presidente da República no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que durou cerca de 10 minutos, Marcelo Rebelo de Sousa começou por recordar o passado.
De acordo com o portal das ordens honoríficas, "a Ordem Militar de Avis destina-se a premiar altos serviços militares, sendo exclusivamente reservada a oficiais das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana, bem como a unidades, órgãos, estabelecimentos e corpos militares".
“Em nome dos Estados Unidos da América, felicito o povo português pela celebração do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas”, afirmou, num comunicado, o secretário de Estado norte-americano, Mark Rubio.
À margem da dupla comemoração do 10 de junho que decorre na Suíça, Marcelo Rebelo de Sousa e Luís Montenegro fizeram hoje uma ‘escala’ em Berna, numa viagem de comboio entre Genebra e Zurique, as cidades onde celebram o Dia de Portugal com a comunidade portuguesa, após terem sido convidados para uma reunião com a Presidente da Confederação Suíça, Viola Amhed, que o Presidente da República classificou como “muito, muito produtiva”.
Depois de terem celebrado na terça-feira o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas com alunos portugueses de uma escola em Genebra e com a comunidade portuguesa desta cidade, os chefes de Estado e de Governo rumam hoje a Zurique, mas com uma ‘escala’ em Berna, para um encontro com a presidente da Confederação Suíça, Viola Amhed.