Shein entra no grupo das grandes plataformas em linha com regras mais estritas

Com esta medida, a aplicação Shein, criada na China em 2012, torna-se a 23.ª plataforma, juntando-se à X, Google, Facebook e TikTok, entre outras, passando a ter de cumprir regras mais apertadas a partir de agosto, quando perfazem quatro meses da decisão, para a proteção dos consumidores, nomeadamente os menores de idade, contra conteúdos ilegais, segundo um comunicado do executivo comunitário.

Shein entra no grupo das grandes plataformas em linha com regras mais estritas
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A Comissão Europeia acrescentou hoje a aplicação de venda de pronto-a-vestir Shein, com 45 milhões de utilizadores mensais na União Europeia (UE), à lista das muito grandes plataformas em linha, no quadro da diretiva dos serviços digitais.

Com esta medida, a aplicação Shein, criada na China em 2012, torna-se a 23.ª plataforma, juntando-se à X, Google, Facebook e TikTok, entre outras, passando a ter de cumprir regras mais apertadas a partir de agosto, quando perfazem quatro meses da decisão, para a proteção dos consumidores, nomeadamente os menores de idade, contra conteúdos ilegais, segundo um comunicado do executivo comunitário.

A plataforma tem de cumprir, nomeadamente, com a obrigação de adotar medidas específicas para capacitar e proteger os utilizadores em linha e de avaliar e atenuar devidamente quaisquer riscos sistémicos decorrentes dos seus serviços.

A Comissão irá supervisionar a conformidade da Shein à diretiva dos serviços digitais, com a colaboração do regulador dos média irlandês Coimisiún na Méan, um dos quatro com quem Bruxelas já celebrou acordos.

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