Sequestro em Algés termina com agressor morto

PSP disse que tentou dissuadir o suspeito, mas que as tentativas não surtiram efeito e que as agressões e ameaças continuavam.

Sequestro em Algés termina com agressor morto
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Um sequestro em Algés terminou com o agressor morto. A Polícia de Segurança Pública (PSP) matou um sequestrador em Algés, concelho de Oeiras, na madrugada desta quinta-feira.

A polícia disse hoje que foi contactada pela 4h51 a dar conta da ocorrência de agressões numa habitação e que “imediatamente foram enviados para o local os meios policiais de serviço, que se encontravam mais próximos do local da ocorrência reportada. Chegados ao local, os polícias depararam-se com um sequestro em curso, no interior da habitação, executado por um suspeito de grande porte físico e armado com duas armas brancas. Um cidadão sequestrado apresentava vários ferimentos graves resultantes de cortes por arma branca, infligidos pelo sequestrador”, disse a PSP e comunicado.

A força policial explica que “foi ativado o protocolo operacional aplicável à ocorrência, que foi validada como Incidente tático policial. Foram ativados os meios especializados, nomeadamente negociadores policiais, a Unidade Especial de Polícia da PSP e os meios de socorro médico adequados”.

“Após várias tentativas de dissuadir o suspeito do seu comportamento e do uso de meios coercivos de baixa potencialidade letal, os mesmos não surtiram efeito. Por a ameaça e agressões continuarem em execução, os polícias recorreram a arma de fogo e atingiram o suspeito que, infelizmente e apesar dos primeiros socorros que lhe foram imediatamente prestados, faleceu, devido aos ferimentos sofridos”, explica a PSP.

Um dos agentes ficou ferido provocado pelo agressor “por corte com arma branca”.

A polícia disse que “foi preservado o local da ocorrência e chamado o órgão de polícia competente para investigar os factos” e que foi informada a Inspeção Geral da Administração Interna.

“A PSP lamenta o falecimento do atacante e apela a que todos os cidadãos cumpram as ordens legais e legítimas emitidas pelos polícias”, conclui o comunicado.