O Banco Santander Totta, bem como a sua acionista Santander Totta SGPS, informaram o mercado que foram notificados pelo Banco de Portugal dos requisitos de fundos próprios e passivos elegíveis (Requisitos de MREL), em termos do montante total das exposições em risco (TREA) e da medida de exposição total (LRE), conforme decisão do Conselho Único de Supervisão (CUR).
Esta decisão “substitui a anteriormente aplicável, que tinha sido divulgada publicamente em 9 de junho de 2022”. A SGPS deve cumprir em base consolidada, a 1 de janeiro de 2024 um requisito de MREL Total de 21,17% (em termos do montante total das exposições em risco – TREA).
Já os requisitos de MREL Total em termos de LRE, Total 5,91%.
O Banco Santander Totta, por sua vez, tem de cumprir Requisitos de MREL em termos de “TREA” de 17,92%; e de 5,91% em termos de medida de exposição total (LRE).
“A SGPS e o banco passam a integrar o grupo de resolução encabeçado pelo Banco Santander, deixando de constituir um grupo de resolução autónomo. Com base na informação disponível à data, quer o Banco, quer a SGPS, cumprem os respetivos requisitos de MREL, tanto em percentagem de TREA (incluindo o CBR, Combined Buffer Requirement), como de LRE, e o plano de financiamento em curso está alinhado com os requisitos definidos para 2024”, lê-se na nota.
Hoje também o banco liderado por Pedro Castro e Almeida disse que o Santander “é a marca bancária com mais força e energia em Portugal, segundo o mais recente estudo da OnStrategy”.
Para construir este indicador, a consultora analisou a informação referente às dimensões de Relacionamento, Reputação, Experiência e Resultados no Mercado, com base nos estudos já apresentados este ano, e em conformidade com a certificação das normas ISO20671 (avaliação de estratégia e força) e ISO10668 (avaliação financeira).
No estudo “Força e Energia de Marca em Portugal” foram auditadas mais de 2.000 marcas, que foram previamente identificadas de forma espontânea por mais de 50.000 cidadãos.