Receita do turismo da Madeira confirma novo máximo em agosto

As dormidas atingiram também máximo mensal.

Receita do turismo da Madeira confirma novo máximo em agosto
Hotelaria Madeira

Os proveitos totais e de aposento chegaram aos 65,9 e aos 47,7 milhões de euros, em agosto, subidas de 32,1% e 36,4% face ao período homólogo, atingindo um novo máximo mensal, de acordo com os dados da Direção Regional de Estatística (DREM).

Em agosto o turismo da região superou as 1,1 milhões de dormidas, mais 28,5% face ao período homólogo, também um novo máximo mensal, em termos absolutos. Face ao 2019 as dormidas subiram 21,8%.

“92,0% dos estabelecimentos do alojamento turístico da Região Autónoma da Madeira (RAM) registaram movimento de hóspedes neste mês. A hotelaria apresentou a maior percentagem de estabelecimentos com movimento de hóspedes (93,8%), seguida do alojamento local e do turismo no espaço rural (ambos com 91,9%)”, diz a DREM.

“A hotelaria concentrou 77,6% das dormidas, de agosto de 2022, crescendo 23,7% em termos homólogos.  O alojamento local registou um aumento de 52,5%, congregando 20,3% do total de dormidas, enquanto o turismo no espaço rural e de habitação observou apenas 2,1% das dormidas, correspondendo a um acréscimo de 18,8%”, sublinha a DREM.

O mercado da Alemanha cresceu 93,3% enquanto que França e Reino Unido subiram 36,1% e 13,2%. Já o mercado nacional teve um crescimento de 5,1%.

Em agosto a estada média atingiu as 5,21 noites, passando as 5,12 noites do mês anterior.

A taxa de ocupação-cama do alojamento turístico chegou aos 74,8%, mais 2% face ao mesmo período do ano passado. A taxa de ocupação-quarto ficou em 84,8%, um novo máximo mensal, ficando acima dos 78,7% registado no período homólogo, diz a DREM.

Os proveitos de aposento por quarto disponível (RevPAR) chegou aos 88,24 euros, mais 21,2% face ao período homólogo, e superior aos 59,09 euros do mesmo período de 2019.

Já o proveito por quarto utilizado (ADR) ficou em 104,05 euros, uma subida face aos 92,47 euros do período homólogo.

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Região observou o maior aumento dos proveitos totais (19,8%) e de aposentos (19,7%) em julho em Portugal Continental e regiões autónomas, mas com uma quebra de turistas norte-americanos que começou no ano passado e que José Santos alerta que está consolidar-se de forma negativa em 2026. "Estamos a procurar identificar e perceber essas causas", refere.