“Queremos fomentar atrevimento na música portuguesa”

Regressar aos bons velhos tempos, com o Tejo como fundo, em que os estúdios eram integrados nas editoras. Com três estúdios independentes, a Warner Music quer fomentar talento português.

“Queremos fomentar atrevimento na música portuguesa”
Paulo Miranda, AR na Warner Music Portugal | Cristina Bernardo

A Music Station abriu portas no fim de setembro e, apesar de passar despercebida, é um centro criativo onde a musicalidade não tem fim. Simultaneamente, é o escritório de toda a equipa da Warner Portugal.

Este é o primeiro estúdio de uma editora em Portugal. Depois do conceito ter nascido em Madrid durante a pandemia, que obrigou o mundo a repensar a forma de trabalhar, os artistas têm agora uma “casa” onde se podem fixar e gravar à sua vontade. Explica-nos Paulo Miranda, responsável de AR (artists & repertoire) da Warner, que a entrada no estúdio é feita completamente por meios tecnológicos e de forma independente da equipa.

“Os artistas têm acesso a uma aplicação, marcam o dia e horário que querem e é gerado um código que usam para entrar. Não tem de estar cá ninguém para os estúdios serem utilizados. Uma parte engraçada é que os artistas portugueses têm acesso ao estúdio de Madrid e eles ao nosso”.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Relacionado

O festival Sons de Vez está de volta

O festival Sons de Vez está de volta

Ana Pina31 Jan
23 anos consecutivos de Sons de Vez celebram-se ao longo de oito sábados, de 1 de fevereiro a 22 de março, em Arcos de Valdevez, com nomes como Ana Lua Caiano e emmy Curl, Selma Uamusse, Ana Moura e Mão Morta.
João Gil: “A música portuguesa está muito viva e de boa saúde”

João Gil: “A música portuguesa está muito viva e de boa saúde”

Ana Pina29 Jun
No ano em que se celebram cinco décadas do 25 de Abril, o músico lança um novo álbum, “Só Se Salva o Amor”, que é também uma reflexão sobre a democracia. Até porque o seu trajeto, iniciado em 1976 com a viagem “Trovante“, se confunde com a Democracia, com todos os seus defeitos e virtudes. E o futuro já espreita, pois o vulcão que o habita começa a mostrar-se.