A bolsa de Lisboa terminou a sessão desta sexta-feira, dia 5 de maio, com um crescimento de 0,37%, para 6.112,95 pontos, em linha com a tendência registada nas principais praças europeias. A Ibersol protagonizou a subida mais acentuada, nos 3,55%, para 7,00 euros por título.
Também em terreno positivo surge a Mota-Engil, que valorizou 1,64%, para 1,988 euros, seguida pela Greenvolt, que ganhou 1,58%, para 6,11 euros, a Corticeira Amorim a crescer 1,57%, até aos 10,34 euros e o BCP, que subiu 1,56% e cada ação está avaliada em 0,2218 euros.
A negociar em baixa destaca-se a EDP, que perdeu 2,36%, para 4,85 euros.
Entre os principais índices europeus, Itália registou a maior aceleração, em 2,55%, para 2.654,1 pontos, enquanto que na Alemanha se obsevouou uma subida de 1,43%, até aos 15.958,75 pontos. Em França, o crescimento foi de 1,26%, para 7.432,93 pontos e a mesma variação ocorreu no Euro Stoxx 50, que vale agora 4.341,05 pontos. Espanha subiu 1,17% e está agora em 9.149,27 pontos, seguida pelo Reino Unido, que ganhou 1,02%, para 1.260,0 pontos.
Nos produtos petrolíferos, o brent subiu 3,64%, para 75,14 dólares por barril, ao passo que o custo do crude aumentou 3,79% e o barril está a ser negociado em 71,16 dólares. Nas divisas, o euro está a ganhar 0,14% face ao dólar e um euro corresponde agora a 1,1026 dólares.
“Foi uma sexta-feira de otimismo a que se viveu nas bolsas europeias. Um conjunto de reações muito positivas a contas empresariais em Wall Street, com a Apple a ser um dos principais rostos, aliadas a dados macroeconómicos robustos do mercado laboral nos EUA, foram os principais catalisadores. Os setores cíclicos registaram as melhores performances, sinal de que os investidores acreditam que a economia poderá estar mais robusta do que o previsto”, de acordo com o analista de mercados do Millenium Investment Banking Ramiro Loureiro.
“A Banca liderou os ganhos, seguida pelo setor Energético, que foi puxado pela recuperação dos preços do petróleo. O PSI acompanhou o ambiente, mas com ganhos mais leves, travado especialmente pela queda da EDP, em reação a contas. No exterior de notar o disparo da Adidas”, acrescenta o mesmo analista.