A bolsa de Lisboa avançou 0,83%, para 6.244,18 pontos, na sessão desta quinta-feira, dia 27 de abril.
Entre as maiores valorizações de títulos, a Jerónimo Martins registou uma subida de 3,76%, até aos 22,60 euros, em reflexo dos resultados positivos anunciados no dia anterior, após o encerramento dos mercados bolsistas.
Em simultâneo, a NOS SGPS cresceu 2,66%, para 4,01 euros, enquanto que a EDP Renováveis progrediu 1,66%, até aos 20,23 euros e o BCP ganhou 1,31% e cada ação vale agora 0,2389 euros.
Por outro lado, em terreno positivo sobressai a Galp, a derrapar 1,78%, para 10,75 euros.
Nas principais praças europeias, a tendência é também positiva, ainda que com menor intensidade. A maior subida foi do CAC 40 (França), em 0,23%, para 7.483,84 pontos, o IBEX 35 (Espanha) cresceu 0,21%, até aos 9.313,54 pontos, ao passo que o Itália 40 ganhou 0,16%, para 2.638,4 pontos, ao mesmo tempo que o DAX (Alemanha) avançou 0,05%, para 15.803,45 pontos.
A fugir à regra ficou, unicamente o FTSE 100 (Reino Unido), a contrair 0,25%, que encerrou nos 1.268,0 pontos.
Nos combustíveis, o custo do brent está 0,50% mais alto, para os 78,11 dólares por barril, ao mesmo tempo que o crude está a aumentar 0,71%, com o barril a ser negociado em 74,83 dólares.
Nas divisas, o euro está a perder 0,21% face ao dólar, sendo que um euro vale agora 1,1016 dólares.
“Os mercados de ações europeus viveram uma sessão de ganhos, numa onda de otimismo que se faz sentir ainda de forma mais expressiva nos EUA, onde a reação muito positiva à evolução de receitas e utilizadores da Meta Platforms, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, é um dos catalisadores, mas há ainda a destacar outras respostas significativas a números de cotadas como eBay ou Hasbro. No velho continente Hellofresh, Barclays, Schneider Electric ou Jerónimo Martins foram outros exemplos. O forte flow empresarial fez com que a difusão de um menor crescimento económico dos EUA no 1.ºtrimestre, e com maiores pressões inflacionistas, tenha passado para segundo plano. Até porque foi revelado que a confiança dos consumidores na Zona Euro aumentou em abril, com melhoria do sentimento económico e nos serviços, que contrastou com uma degradação no setor industrial”, de acordo com o analista de mercados do Millenium Investment Banking Ramiro Loureiro.