Pérez-Llorca reforça presença no México com incorporação de Juan José Soto Arias como sócio

Esta é uma prática que tem vindo a ganhar cada vez mais peso na economia mexicana e que é atualmente composta por Luis Enrique Cervantes, sócio de Direito Laboral, e Santiago Villanueva, sócio de Segurança Social.

Pérez-Llorca reforça presença no México com incorporação de Juan José Soto Arias como sócio
Juan José Soto Arias_prensa 02

A sociedade de advogados Pérez-Llorca reforçou a sua presença no México com a incorporação de Juan José Soto Arias como sócio que se junta à equipa de Laboral no escritório na capital mexicana. Esta é uma prática que tem vindo a ganhar cada vez mais peso na economia mexicana e que é atualmente composta por Luis Enrique Cervantes, sócio de Direito Laboral, e Santiago Villanueva, sócio de Segurança Social.

“Esta contratação permite reforçar as principais áreas de prática no país, de acordo com a estratégia da sociedade, oferecendo aos seus clientes um aconselhamento global de primeira linha, num contexto regulatório e empresarial em constante evolução”, refere a sociedade.

“Com mais de 25 anos de experiência, Juan José Soto Arias é um advogado de referência na sua área de atividade, com uma experiência comprovada na assessoria a empresas nacionais e estrangeiras, em todas as áreas do direito do trabalho, desde operações de fusões e aquisições a contencioso laboral e processos judiciais, tanto individuais como coletivos.  É ainda docente de contencioso laboral na Universidad Panamericana e lecionou em várias instituições académicas, como a Universidad Nacional Autónoma de México, a Universidad del Nuevo Mundo, a Universidad Humanitas, a Universidad del Valle de México e a New Element University”, descreve o escritório de advogados.

Jorge Mondragón, Country Chair da Pérez-Llorca no México, sublinhou que  “a chegada de Juan José reforça a nossa capacidade de oferecer aos nossos clientes um aconselhamento abrangente em matéria laboral, num contexto em que a gestão do talento e a conformidade regulatória estão no centro das estratégias de negócio das grandes empresas que operam ou decidiram operar no nosso país”.

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