Orçamento da Madeira e PIDDAR aprovado em votação final global

O Orçamento da Madeira e o Plano e o Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração da Região (PIDDAR) foram votados esta sexta-feira.

Orçamento da Madeira e PIDDAR aprovado em votação final global
assembleia-madeira

O Orçamento da Madeira foi aprovado esta sexta-feira, pela Assembleia da Madeira, com os votos favoráveis do PSD e do CDS-PP, a abstenção do Chega e da Iniciativa Liberal (IL) e os votos contra do JPP e PS.

Já o Plano e o Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração da Região (PIDDAR) foi também aprovado com os votos favoráveis do PSD e do CDS-PP, a abstenção do Juntos Pelo Povo (JPP), do Chega e da Iniciativa Liberal (IL) e o voto contra do PS.

Orçamento tem 2,5 mil milhões de euros

A proposta de Orçamento para 2025, que foi entregue no Parlamento, teve um valor de 2,5 mil milhões de euros, ficando abaixo dos 2,6 mil milhões de euros da proposta de Orçamento, também para 2025, que foi entregue em 2024 e rejeitada pela Assembleia Legislativa da Madeira. O PIDDAR ficou em mil milhões de euros.

A proposta de Orçamento, agora na generalidade pelo Parlamento, prevê um crescimento da economia regional de 2,2% em 2025, que fica abaixo dos 2,8% anteriormente previstos. Esta quebra justifica-se por fatores externos, incluindo a questão das tarifas.

A proposta orçamental para 2025 estima ainda um excedente de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB).

O Orçamento prevê receitas de 2,5 mil milhões de euros. Aqui destaca-se 420 milhões de euros em impostos diretos diversos, mais 791,7 milhões em impostos indiretos diversos; 1,6 mil milhões estão incluídos no total das receitas correntes, e 2,4 mil milhões estão na rubrica referente ao total das receitas correntes e de capital, enquanto que o total das receitas de capital fica nos 805,3 milhões de euros.

Nas despesas, que também se fixam em 2,5 mil milhões de euros, a presidência do Governo terá 3,6 milhões de euros, a Assembleia da Madeira 16,1 milhões de euros, a Secretaria Regional da Educação, Ciência e Tecnologia 518,6 milhões de euros, a Secretaria Regional do Turismo, Ambiente e Cultura 78,3 milhões de euros, a Secretaria da Economia 45 milhões de euros, a Secretaria da Saúde e Proteção Civil 557,1 milhões de euros, a Secretaria Regional das Finanças 766,8 milhões de euros, a Secretaria Regional da Agricultura e Pescas 78,3 milhões de euros, a Secretaria Regional da Inclusão, Trabalho e Juventude 118,5 milhões de euros e a Secretaria dos Equipamentos e Infraestruturas 350,6 milhões de euros.

Relacionado

Comércio eletrónico ganha peso no regresso às aulas

Comércio eletrónico ganha peso no regresso às aulas

Almerinda Romeira20 Ago
Estudo da Webloyalty revela que 81% dos portugueses irão gastar até 200 euros nas lojas online no regresso às aulas. O material de papelaria concentra a maior fatia dos gastos, mas tecnologia afirma-se como categoria relevante, com 33% dos compradores a adquirir dispositivos ou equipamento daqui até ao Natal.
Aumento da população implica novas contas sobre emprego, PIB e outros indicadores ‘per capita’

Aumento da população implica novas contas sobre emprego, PIB e outros indicadores ‘per capita’

“A revisão das estimativas anuais de população residente para os anos de 2021 a 2024 tem impacto em diversas operações estatísticas do INE, nomeadamente na calibração (extrapolação) dos resultados de inquéritos por amostragem, com destaque para o inquérito ao Emprego”, com impacto nos “resultados das Contas Nacionais”, que “terão de ser reavaliados”, refere o INE, que apresentou um calendário de apresentação de novos dados numa nota metodológica complementar à divulgação dos resultados dos residentes no país.