A tecnológica portuguesa Inovflow, que conta com cerca de 60 colaboradores e 900 clientes ativos, anunciou esta quinta-feira um crescimento de 11% no volume de negócios de 2022, que atingiu os 5.6 milhões de euros.
Este desempenho é justificado “pelo crescimento notável nas áreas de IT e cibersegurança”, ainda que a área de serviços, essencialmente em tecnologia Cegid Primavera e Microsoft, tenha o peso mais representativo.
“Começamos o ano de 2022 com uma alta expetativa face ao crescimento do investimento das empresas na transformação digital. Rapidamente e, devido ao conflito na Ucrânia, assistimos a um abrandamento e a uma maior reticência no investimento por parte das organizações portuguesas, causada pela incerteza no mercado. No entanto, com as nossas equipas preparadas, adaptamos as nossas operações aos desafios que surgiram e focamos nas novas tendências do mercado, para continuarmos na linha da frente com soluções de software de gestão, IT e cibersegurança’’, explica Paulo Magalhães, CEO da Inovflow.
A empresa constata mudanças no mercado, como a adesão do modelo de subscrição na tecnologia das organizações e revela que essa tendência ganha peso nos seus objetivos para este ano. “Estamos cientes das mudanças que o mercado está a tomar e, enquanto parceiros Cegid, Sophos e Microsoft, e queremos estar na linha da frente’’, afirma. Acrescenta que se espera de 2023 mais um ano de crescimento orgânico.
Já no início deste ano, a Inovflow adquiriu a Slim Business Solutions, reforçando as equipas de competências para destacar as operações com um foco grande no desenvolvimento de software.
‘’Queremos reforçar a nossa área de negócio do desenvolvimento, acreditamos que é o caminho para o futuro. Também com a aquisição da Slim passamos a ter presença física na região Norte, com escritório em Braga, o que nos vai permitir chegar a um tecido empresarial maior’’, adianta Paulo Magalhães.
Com a fusão da Slim na Inovflow, a tecnológica avança com o caminho para a internacionalização, com presença em sete países: Irlanda, Inglaterra, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Macau e Hong Kong.