Negócio da refinaria de Sines “coloca em causa soberania energética nacional”

Comissão de Trabalhadores da Galp volta a criticar negócio, considerando que o país vai perder soberania energética para uma sociedade controlada pelos espanhóis da Moeve que, por sua vez, são controlados por emiratis e por um fundo norte-americano. 

Negócio da refinaria de Sines “coloca em causa soberania energética nacional”
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A passagem da refinaria de Sines para uma sociedade controlada maioritariamente pelos espanhóis da Moeve está a ser fortemente criticada pela Comissão de Trabalhadores (CCT) da Galp.

“A posição da CCT mantém-se inequívoca: o negócio Galp/Moeve coloca em causa a soberania energética nacional, a continuidade da Refinaria de Sines e os postos de trabalho de quem nela trabalha”, segundo comunicado divulgado esta quarta-feira, dia em que a ministra Maria da Graça Carvalho vai ao Parlamento responder a questões dos deputados sobre esta operação.

José Carlos Lourinho

26/09/2026

José Carlos Lourinho

Os trabalhadores da Galp

“Refinaria de Sines seja integrada, juntamente com as refinarias da Moeve em Espanha, numa terceira sociedade, a IndustrialCo, na qual a Galp deterá uma participação de cerca de 20%. Isto significa que o controlo direto da Refinaria de Sines deixa de estar nas mãos da Galp, sem qualquer garantia sobre o modelo de gestão, as opções estratégicas ou o futuro do emprego em Sines”.

Jornal Económico

26/09/2026

Jornal Económico

“Refinaria de Sines seja integrada, juntamente com as refinarias da Moeve em Espanha, numa terceira sociedade, a IndustrialCo, na qual a Galp deterá uma participação de cerca de 20%. Isto significa que o controlo direto da Refinaria de Sines deixa de estar nas mãos da Galp, sem qualquer garantia sobre o modelo de gestão, as opções estratégicas ou o futuro do emprego em Sines”.

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