MFA Legal reforça equipa de Fiscal

A nova consultora da sociedade liderada por Samuel Fernandes de Almeida transitou do departamento de Fiscal (Tax) da KPMG, onde esteve depois de três anos na Deloitte.

MFA Legal reforça equipa de Fiscal
Maria Inês Rito

A sociedade de advogados MFA Legal contratou este mês a jurista Maria Inês Rito para a equipa de Fiscal. A nova consultora (of counsel) da MFA Legal transitou do departamento de Fiscal (Tax) da KPMG, onde esteve depois de três anos como consultora e analista da Deloitte.

“A integração da Maria Inês enquadra-se no compromisso que assumimos, desde o primeiro dia, de dotarmos a MFA de profissionais de excelência e de atrairmos talento para o nosso projeto, num caminho ora iniciado de crescimento sustentado”, começa por explicar o managing partner da MFA Legal, em comunicado divulgado esta segunda-feira aos meios de comunicação social.

Segundo Samuel Fernandes de Almeida, “a fiscalidade exige conhecimentos técnicos de matriz multidisciplinar de forma a responder aos desafios” dos clientes. “A Maria Inês vem acrescentar valor à nossa equipa, depois de completar um percurso académico e profissional diferenciado, pelo que estamos em crer que a sua integração reforça a qualidade de uma equipa que tem amplo reconhecimento no mercado”, acredita o advogado.

Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, Maria Inês Rito tem duas pós-graduações (em Contencioso Tributário pela Faculdade de Direito de Lisboa da Universidade Católica Portuguesa e em Direito da Insolvência e Recuperação de Empresas pelo CIDP – Centro de Investigação de Direito Privado) e está a frequentar o mestrado em Direito Fiscal na Faculdade de Direito de Lisboa da Universidade Católica Portuguesa.

“O nosso compromisso é claro: atrair e promover o talento e reforçar as nossas equipas com profissionais de excelência. Não ficaremos, por certo, por aqui, pois temos uma estratégia clara de reforço de competências e valências dentro do leque muito específico de serviços a prestar pelo escritório”, conclui Samuel Fernandes de Almeida.

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