Madeira: sindicato pede aumentos salariais e redução horária na ARM

É reivindicada uma subida dos salários de pelo menos 90 euros e a redução do horário de trabalho semanal para as 35 horas.

Madeira: sindicato pede aumentos salariais e redução horária na ARM
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O Sindicato das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente volta a reivindicar aumentos salariais e também redução horária na Águas e Resíduos da Madeira (ARM).

A estrutura sindical anunciou que os trabalhadores da ARM vão reunir-se em plenário a 28 e 29 de novembro para analisar o resultado da reunião tripartida convocada pela DRTI para 25 de novembro.

O sindicato refere que está marcada greve para 30 de novembro e 2 de dezembro.

A estrutura sindical diz que não existem desde 2020 aumentos salariais para além da atualização do salário mínimo regional, acrescido de 0,5% confirme está estipulado no acordo de empresa.

O sindicato refere que a única proposta apresentada pela administração da ARM é a de igualar o subsídio de refeição faseadamente, a partir de janeiro de 2023. A estrutura sindical diz que esta situação, de desigualdade no valor do subsídio de refeição, se tivesse a ARM cumprido o prometido já estaria sanada desde janeiro de 2022″.

A estrutura sindical refere que os trabalhadores lutam por um aumento salarial de pelo menos 90 euros com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2022; aumento do subsídio de refeição e o fim da discriminação no valor do subsídio de refeição, conforme já estava previsto; redução do horário de trabalho semanal para as 35 horas a todos os trabalhadores, acabando com a discriminação; exigir respostas eficazes às propostas dos trabalhadores, apresentadas pelo SITE para a proposta de revisão do acordo de empresa; garantir as medidas de segurança e saúde nos locais de trabalho.

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