Madeira prepara revisão do financiamento dos cuidados respiratórios domiciliários

Com esta revisão pretende-se "otimizar a gestão dos recursos afetos, permitindo criar respostas integradas de acesso aos CRD e de colaboração entre o Serviço Regional Público, entidades privadas e o utente do Serviço Regional de Saúde da Madeira, garantindo melhor acesso à saúde e qualidade de vida dos utentes".

Madeira prepara revisão do financiamento dos cuidados respiratórios domiciliários
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O Instituto da Administração da saúde da Região Autónoma da Madeira (Iasaúde) visitou as instalações dos prestadores de cuidados respiratórios domiciliários (CRD), que estão disponíveis na região, no âmbito da preparação da proposta de revisão do financiamento dos Cuidados Respiratórios Domiciliários (CRD).

Estas visitas serviram para dar a conhecer as diferentes etapas e processos administrativos referentes aos pedidos da prestação de serviço de CRD, por parte dos prestadores, assim como as melhorias que poderão advir da revisão de financiamento dos CRD. “O trabalho conjunto, através da auscultação aos prestadores, permite-nos perceber como são concretizados os processos do lado dos mesmos, as dificuldades que existem e que podem ser melhoradas e, simultaneamente, recolher contributos válidos para a atualização e melhoria do documento de revisão dos cuidados respiratórios domiciliários”, disse o presidente do Iasaúde, Bruno Freitas.

Uma das alterações que está prevista é a “possibilidade de incluir novas técnicas e tratamentos inovadores a nível dos cuidados, não contemplados nos acordos em vigor, que melhoram a assistência e cuidados aos doentes, será assim possível a inserção de mais tratamentos que não estão previstos atualmente”.

Durante estas visitas as entidades prestadores de CRD “enalteceram a parceria público-privada existente com o Iasaúde, visível através da articulação diária e disponibilidade demonstrada ao longo destes anos e o fortalecimento de uma relação de proximidade”.

Com esta revisão do financiamento dos CRD pretende-se “otimizar a gestão dos recursos afetos, permitindo criar respostas integradas de acesso aos CRD e de colaboração entre o Serviço Regional Público, entidades privadas e o utente do Serviço Regional de Saúde da Madeira, garantindo melhor acesso à saúde e qualidade de vida dos utentes”.

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