Luís Montenegro sorridente e ainda sem discurso à chegada da sede de campanha

O líder do Aliança Democrática não quis responder a questões dos jornalistas exceto para dizer que não tem qualquer discurso escrito.

Luís Montenegro sorridente e ainda sem discurso à chegada da sede de campanha
Montenegro moção censura

O presidente do PSD, Luís Montenegro, mostrou-se sorridente mas teve poucas palavras para os jornalistas à chegada do hotel Sana, em Lisboa, que hoje será a sede da candidatura da Aliança Democrática.

O líder da AD mostrou não conhecer os valores referentes à abstenção, que de acordo com projeção da Universidade Católica terá ficado entre os 36% e 42%: “Ainda não sei se a abstenção subiu ou não”, destacou.

Questionado sobre se já está a preparar o fecho da noite eleitoral, o primeiro-ministro demissionário revelou aos jornalistas que ainda não tinha qualquer discurso escrito.

Relacionado

Montenegro quer “eliminar as desigualdades” na educação e critica antiga governação do PS. “Gavetas estavam cheias de coisas para fazer”

Montenegro quer “eliminar as desigualdades” na educação e critica antiga governação do PS. “Gavetas estavam cheias de coisas para fazer”

Rodolfo Alexandre Reis30 Ago
O primeiro-ministro deixou várias críticas aos oito anos de executivo socialista, salientando que o seu Governo herdou um sistema educacional marcado por "problemas antigos e decisões adiadas", dando como a falta de professores e alunos sem aulas durante longos períodos. "Nos anos que nos antecederam nada disto teve solução, porque é sempre mais fácil deixar tudo como está", afirmou no discurso de encerramento da Universidade de Verão do PSD.
Montenegro encerra Universidade de Verão do PSD com moção à vista para Governo

Montenegro encerra Universidade de Verão do PSD com moção à vista para Governo

A intervenção do presidente do PSD funciona, habitualmente, como a segunda 'rentrée' do partido, depois da Festa do Pontal, no Algarve, na qual anunciou este ano a reentrada do Estado no capital da REN e criticou o que chamou de "censura moderna", lamentado que os portugueses só conheçam as polémicas e incidentes e o mais importante fique "escondido em notas de rodapé".