JPP vai reunir Comissão Política esta segunda-feira para analisar resultados eleitorais

O líder do JPP, Élvio Sousa, confirmou que na segunda-feira vai reunir a Comissão Política do partido, de modo a analisar os resultados das eleições regionais, e depois de ouvido o partido vai ouvir a população. 

JPP vai reunir Comissão Política esta segunda-feira para analisar resultados eleitorais
jpp-elvio-sousa

O líder do Juntos pelo Povo (JPP), Élvio Sousa, que foi a segunda força partidária mais votada (a primeira vez que o partido atinge esta posição em regionais) nas eleições da Região Autónoma da Madeira, deste domingo, ao eleger 11 deputados. O PSD venceu o ato eleitoral, elegendo 23 deputados, e ficando a um deputado da maioria absoluta na Assembleia Legislativa da Madeira.

Élvio Sousa em reação ao resultado eleitoral, e não existindo um partido com maioria absoluta, disse que nesta altura “não vai falar de entendimentos”.

O líder partidário confirmou que na segunda-feira vai reunir a Comissão Política do JPP, de modo a analisar os resultados das eleições regionais, e depois de ouvido o partido vai ouvir a população.

Élvio Sousa agradeceu a confiança que foi depositada pelo eleitorado, à força partidária, recusou que o partido seja de protesto.

“O JPP é um partido de Governo”, assumiu o líder partidário.

Élvio Sousa disse ainda que as sondagens acabaram derrotadas e apelou a que não haja pressa por parte do Representante da República, Ireneu Barreto, na altura de decidir qual será a solução governativa para a Região.

Relacionado

BE, PAN e JPP alertam que é preciso defender a democracia de quem a quer dividir

BE, PAN e JPP alertam que é preciso defender a democracia de quem a quer dividir

Fabian Figueiredo apontou como facto indiscutível que o último meio século de liberdade foi “o melhor período da História de Portugal, a época áurea da nossa história coletiva”. A deputada única do PAN, Inês de Sousa Real, lamentou que, na política atual, já não se procure convencer, mas esmagar. E Filipe Sousa, do JPP, denunciou: “A democracia não se fortalece na gritaria, nem na exclusão".