João Barrento recebe Prémio Camões 2023

Em comunicado, é recordado que Joao Barrento "nascido em Alter do Chão, a 26 de abril de 1940, é um reconhecido e prestigiado tradutor, professor universitário, ensaísta, crítico literário e autor português de diarística e crónica".

João Barrento recebe Prémio Camões 2023
Mosteiro dos Jerónimos

João Barrento vai receber o prémio Camões 2023, às 18h00 desta quinta-feira, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa e a Ministra da Cultura, Dalila Rodrigues vão entregar a distinção, instituída por Portugal e pelo Brasil em 1989. A cerimónia contará com uma mensagem da Ministra da Cultura do Brasil, Margareth Menezes, que não vai conseguir marcar presença.

Em comunicado, é recordado que Joao Barrento “nascido em Alter do Chão, a 26 de abril de 1940, é um reconhecido e prestigiado tradutor, professor universitário, ensaísta, crítico literário e autor português de diarística e crónica”.

“Tradutor de Goethe, Hölderlin, Kafka, Musil, Walter Benjamin, Brecht, entre tantos outros, foi distinguido pelo júri do Prémio Camões como autor de uma obra relevante e singular, em que avultam o ensaio e a tradução literária”, sublinhou o Governo.

A cerimónia de entrega do Prémio Camões 2023 faz parte da programação do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões, incluindo um programa musical interpretado pelo Grupo Alvorada, em referência às guitarras legadas por Carlos Paredes ao Mosteiro dos Jerónimos, em 2009.

Relacionado

Marcelo avisa que não se pode continuar “a correr atrás do prejuízo” na inteligência artificial

Marcelo avisa que não se pode continuar “a correr atrás do prejuízo” na inteligência artificial

Em declarações aos jornalistas no final da apresentação da Carta Encíclica “Magnífica Humanitas”, do Papa Leão XIV, na Feira do Livro, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que este documento tem o “grande mérito de chamar a atenção para um tema que, de uma maneira geral, não se tem acautelado” porque “se acha que se tem todo o tempo do mundo” quando, na sua opinião, “não se tem”.