A Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que se realizou em Portugal na primeira semana de agosto, foi tema de debate nos meios de comunicação social e nas redes sociais durante os meses anteriores ao evento, o estudo “Jornadas Mundiais da Juventude: Análise da Perceção Social”, da responsabilidade da LLYC, realizou uma análise de mais de 450 mil impactos geolocalizados, com 330 mil tweets e com 118 mil notícias, tendo concluído que o fator que gerou maior número de tweets e interações em Portugal foi a localização do evento.
De acordo com a análise feita no estudo, os temas relacionados com o investimento, o retorno financeiro, a circulação e transportes e as críticas à igreja reuniram mais de 25% de perfis em Portugal, tendo totalizado 33% do volume de menções ao país.
O estudo revela que a JMJ registou um impacto negativo na perceção da comunidade política de esquerda, uma vez que entre janeiro e agosto esta comunidade apresentou um decréscimo do número de tweets associados a um sentimento positivo.
No entanto, entre as entidades oficiais, organizações, jovens e trendjackers, a JMJ registou um impacto positivo, tendo-se destacado os testemunhos de participantes, a preparação dos espaços para o evento, os agradecimento às entidades organizadoras e a outras equipas de trabalho.
Após o evento, a conversa sobre a organização da JMJ passou a registar um sentimento mais positivo, pois os agradecimentos das entidades e a perceção positiva das jornadas contribuíram para uma melhoria do sentimento.
Cerca de 69% dos tweets e notícias sobre o evento foram escritas em português ou em espanhol , o que refletiu a importância do evento para os países da América Latina e da Península Ibérica.
Marlene Gaspar, Diretora Geral da da LLYC, afirma que ” as JMJ foram um evento que não passou despercebido a ninguém em Portugal. Católico ou não, a favor ou contra, todos os portugueses foram de certa forma impactados pela sua realização, e na LLYC procurámos comprovar de forma analítica qual a perceção real das pessoas quanto a este evento, utilizando ferramentas com as quais os nossos especialistas estão familiarizados e que transpomos para o trabalho com os nossos clientes”.