Investimento de 20 milhões de euros. Quinta da Cardiga transforma-se no Vila Galé Collection Tejo

O espaço situado na Golegã vai ser reabilitado em duas fases, cujos trabalhos deverão começar no segundo trimestre de 2025, sendo composto por um total de 71 quartos.

Investimento de 20 milhões de euros. Quinta da Cardiga transforma-se no Vila Galé Collection Tejo
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A Quinta da Cardiga, na Golegã, vai dar lugar à nova unidade hoteleira do Grupo Vila Galé que vai investir cerca de 20 milhões na reabilitação daquel espaço, onde surgirá o Vila Galé Collection Tejo – Country Resort Hotel Convention, Spa & Equestrian Sports.

Este espaço vai ser reabilitado em duas fases: a primeira dedicada à recuperação do núcleo principal do empreendimento, composto pelo Palácio – preservando-se os seus amplos salões, cúpulas e abóbadas seculares, bem como os múltiplos painéis de azulejos e estatuária –, Lagar e Celeiro.

A segunda fase vai ser dedicada à reabilitação do conjunto de edifícios a norte da Quinta da Cardiga, também desativados e em ruínas. Em 1836, a Quinta da Cardiga foi vendida em hasta pública por 200 contos de reis. A partir de então, teve sucessivos proprietários privados até ao seu declínio e abandono a partir da segunda metade do século passado.

No total este novo hotel será composto por 71 quartos, spa com piscina interior, salas de massagens e ginásio, piscinas exteriores para adultos, zona de lazer para crianças e campos de futebol, padel e polidesportivo, picadeiros externo e coberto e cocheiras.

O projeto encontra-se ainda em fase de aprovação, mas a expetativa do grupo hoteleiro liderado por Jorge Rebelo de Almeida é de que as obras possam arrancar em março do próximo ano, com a segunda fase a arrancar em 2027. A abertura desta unidade de 4 estrelas, que criará 40 postos de trabalho na primeira fase, está prevista para junho de 2026.

O tema dos quartos será a história da Ordem dos Templários e da Ordem de Cristo. “Trata-se de mais um projeto de recuperação de património e, mais uma vez, no interior do país, porque queremos cada vez mais contribuir para o seu desenvolvimento, até para aliviar a carga turística que existe no litoral”, refere o CEO da Vila Galé.

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