No princípio era a forma. Forma singular que pontua a paisagem e que, a solo, está indelevelmente associada a uma paisagem despojada, minimalista, que muitas vezes pintamos na nossa imaginação como sendo “alentejana”.
Falamos de quê? Do sobreiro, essa árvore resistente e generosa, que o professor Joaquim Vieira Natividade, em 1950, pintou assim: “Nas condições tão frequentemente ingratas de solo e de clima do nosso País, o sobreiro é uma árvore preciosa… Nenhuma árvore dá mais exigindo tão pouco”.
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