Francisco Barbeira escolhido para liderar Banco CTT

Gestor com experiência de banca em Portugal, em particular na banca de retalho, vai substituir Luís Pereira Coutinho à frente da instituição.

Francisco Barbeira escolhido para liderar Banco CTT
bancoctt

Francisco Barbeira vai substituir Luís Pereira Coutinho como presidente executivo do Banco CTT, de acordo com informação avançada pela entidade financeira esta sexta-feira. Após o necessário processo de “Fit & Proper” junto do Banco de Portugal, essencial para este tipo de processos, o Banco CTT vai assim concluir o processo de sucessão na liderança, sendo que Luís Pereira Coutinho ocupava o cargo há três mandatos.

Adianta o Banco CTT que após a conclusão desse processo, Francisco Barbeira vai ser formalizado como novo CEO da entidade financeira em Assembleia Geral eletiva do Banco, que terá lugar “possivelmente” durante o primeiro semestre de 2025.

O mandato de Luís Pereira Coutinho termina no fim do ano mas vai manter-se em funções até que o acionista maioritário, os CTT – Correios de Portugal, formalizem a nomeação em Assembleia Geral eletiva.

“Francisco Barbeira junta-se ao Banco CTT, aportando uma longa experiência de responsabilidades de gestão ao mais alto nível na banca em Portugal, em particular na banca de retalho”, adianta o Banco CTT num curto comunicado.

Em fevereiro deste ano, Francisco Barbeira, que ocupava o cargo de administrador executivo no BPI, apresentou um pedido de renúncia, juntamente com Pedro Barreto, na sequência de desentendimentos entre ambos.

 

Relacionado

Banco CTT desperta interesse do espanhol Cajamar e CTT avalia opções para o banco, diz Bloomberg

Banco CTT desperta interesse do espanhol Cajamar e CTT avalia opções para o banco, diz Bloomberg

Maria Teixeira Alves21 Jul
De acordo com a Bloomberg, o eventual interesse do Cajamar evidencia o apetite crescente da banca espanhola pelo mercado português, onde as instituições espanholas representam já quase um terço dos ativos bancários. A agência recorda que o Governo português tem manifestado reservas quanto a uma maior concentração do setor nas mãos de bancos espanhóis.