Este ano, os cerca de 28 mil metros quadrados da Feira Internacional de Luanda (FILDA), promovida pelo Ministério angolano da Economia e Planeamento, e organização pela Eventos Arena, foram insuficientes para dar resposta a procura de empresas que pretendia expor os seus produtos e serviços, o que fez com que perto de 100 ficassem de fora.
“Não existem dúvidas que esta edição ultrapassou todas as expectativas. Tudo faremos para que no próximo ano seja alargada a área de exposição para que mais empresas possam cá estar e realizar negócios”, afirmou Bruno Albernaz, presidente do conselho de administração da Eventos Arena.
O Ministério da Economia e Planeamento prevê que, até este sábado, último dia do evento, a FILDA 2023 – a decorrer na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, desde o dia 18 deste mês – venha a concretizar um volume de negócios na ordem dos 2 biliões de kwanzas (cerca de 2,1 mil milhões de euros), o dobro do registado na edição passada.
Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor