O primeiro-ministro eleito da Hungria sugeriu esta quarta-feira, após visita ao Presidente da República do país, que Tamas Sulyok é incapaz de representar a união da nação, um dia depois de o ter apelidado de fantoche.
“Cheguei ao Sándor Palace para reunir com o Presidente da Hungria”, começou por referir Péter Magyar em publicação efetuada na rede social “X”. “Tamas Sylyok é indigno de representar a unidade da nação húngara. É inadequado para servir como guardião da legalidade. Não é adequado para servir como autoridade moral ou exemplo a ser seguido.
I have arrived at the Sándor Palace to meet the President of Hungary.@DrTamasSulyok is unworthy of representing the unity of the Hungarian nation. He is unfit to serve as the guardian of legality. He is not fit to serve as a moral authority or a role model.
Following the… pic.twitter.com/aBChLJrv7K
— Magyar Péter (Ne féljetek) (@magyarpeterMP) April 15, 2026
O vencedor das eleições legislativas húngaras, Péter Magyar, voltou esta terça-feira a apelar ao Presidente da República, Tamás Sulyok, para resignar, acusando-o de ser “um fantoche”, e para convocar rapidamente o parlamento para acelerar a formação do próximo governo.
“Vou repetir: ele deve resignar o mais depressa possível, isto é a decisão do povo”, afirmou hoje numa conferência de imprensa o líder do Tisza, que conquistou mais de dois terços dos deputados no parlamento húngaro nas eleições de domingo.