Escola de Direito da Universidade do Minho tem 1.650 alunos e faz 31 anos

Apesar da sua juventude, a Escola foi a terceira academia pública de Direito a nascer em Portugal. É presidida por Cristina Dias.

Escola de Direito da Universidade do Minho tem 1.650 alunos e faz 31 anos
Escola de Direito da UMinho.

A Escola de Direito da Universidade do Minho (EDUM) celebra esta segunda-feira, 16 de dezembro, 31 anos, numa cerimónia no auditório nobre, no campus de Gualtar, em Braga.

A sessão, com entrada livre, começa com a entrega de prémios aos melhores alunos da Escola, seguindo-se as intervenções da presidente, Cristina Dias, e do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro. Pelas 16h00, realiza-se uma palestra da presidente do Instituto Universitário Europeu (EUI), Patrizia Nanz, sobre o papel das universidades na sociedade atual, inserida nas comemorações dos 50 anos da UMinho.

A Escola de Direito da Universidade do Minho foi a terceira academia pública de Direito a nascer em Portugal, após Coimbra (1290) e Lisboa (1911). Tem cerca de 1.650 alunos inscritos em duas licenciaturas, onze mestrados e dois doutoramentos, apoiados por 35 docentes de carreira e dez técnicos. Tem apostado na diversificação do ensino pós-graduado, na internacionalização, no reforço da investigação e na interação com a sociedade.

O seu Centro de Investigação em Justiça e Governação (JusGov) é avaliado como “Muito Bom” pela tutela e tem grupos científicos nas áreas de Direito da UE, Direitos Humanos, Estado, Empresa, Tecnologia, Globalização, Democracia e Poder, Justiça Criminal e Criminologia e Laboratório de Justiça, além de uma Escola de Investigadores.

A Escola de Direito sedia ainda entidades como o Centro de Estudos Jurídicos do Minho (edita algumas das principais revistas jurídicas do país) e desenvolve projetos com parceiros de todo o mundo.

Relacionado

Pedro Arezes toma posse como reitor da UMinho

Pedro Arezes toma posse como reitor da UMinho

Almerinda Romeira3 Dez
A equipa reitoral liderada pelo catedrático da Escola de Engenharia Pedro Arezes, integra como vice-reitores: António Salgado, Cristina Dias, João Cardoso Rosas, Nuno Castro, e como pró-reitores: Raul Fangueiro, Lígia Rodrigues, Sandra Dias Fernandes, Tiago Miranda e Carlos Videira. A cerimónia de investidura tem início às 11h00, no salão medieval do edifício da Reitoria, em Braga,
Fernando Alexandre reúne com comunidade educativa sobre RJIES enquanto cinco reitores contestam solução encontrada

Fernando Alexandre reúne com comunidade educativa sobre RJIES enquanto cinco reitores contestam solução encontrada

Almerinda Romeira15 Jul
A tutela reúne esta terça-feira com a Associação Portuguesa de Ensino Superior Privado e as associações académicas. Em cima da mesa está a proposta de revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES). "É chocante a ideia de todas, mesmo todas, as instituições de ensino superior (IES) passarem a ser universidades, as públicas e as privadas", afirma Maria de Lurdes Rodrigues, reitora do ISCTE, antiga ministra da Educação.
Cinco reitores contra proposta do Governo para RJIES avançam modelo alternativo

Cinco reitores contra proposta do Governo para RJIES avançam modelo alternativo

Almerinda Romeira14 Jul
Os reitores das Universidades de Lisboa, Porto, Coimbra, Minho e Iscte vão entregar ao Governo e ao Parlamento uma proposta alternativa à do ministro Fernando Alexandre, que transforma todas as instituições de Ensino Superior em universidades. Os cinco reitores defendem a evolução do sistema binário atual (universidades e politécnicos) com três tipos de instituições em cada ramo.
Reitores pedem ao ministro para que aproveite a reforma do RJIES para tornar as instituições competitivas no espaço europeu

Reitores pedem ao ministro para que aproveite a reforma do RJIES para tornar as instituições competitivas no espaço europeu

Almerinda Romeira16 Fev
Para Luís Ferreira, António de Sousa Pereira, Maria de Lurdes Rodrigues, Amílcar Falcão e Rui Vieira de Castro, importa aproveitar o momento para tornar o sistema mais coerente, definindo "critérios claros e exigentes para acreditar as instituições, aprofundando a democracia" das mesmas. E aumentar a sua autonomia, tornando o financiamento previsível.