“Engane-se quem acha que para ser fadista só se ouve fado”

Antes de partir de férias para o Brasil, a jovem fadista Sara Correia apresenta o seu nome disco “Liberdade”, onde vinca que chegou e vai ficar. Não se aventurando ainda na escrita, Sara pediu a quem a conhece “desde sempre” para escreverem na sua perspetiva. O resultado está à vista no disco, tendo escolhido a sua casa - Chelas - para se reapresentar ao mundo. Sara Correia dá uma nova roupagem ao fado tradicional mas não deixa cair as origens que a atraíram à música.

“Engane-se quem acha que para ser fadista só se ouve fado”
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Sentamo-nos à mesa da Universal, frente a frente e estamos em casa, ou não tivéssemos crescido no mesmo patamar do terceiro andar em Chelas.

Sara Correia, de 30 anos e a segunda fadista da sua família, lança esta sexta-feira “Liberdade”, o seu terceiro disco de estúdio. “É, sem dúvida nenhuma, um disco em que me desprendo das minhas amarras e deixo de ter medo de ser quem sou”, conta como forma de introdução.

Sara chegou muito cedo ao fado e com este disco liberta-se de preconceitos de quem vem de Chelas, não fosse este mesmo o seu tema de abertura.

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