Conselho da EDP vai controlar projetos com mais regularidade

Conselho passa a controlar projetos com maior frequência depois da Colômbia, decisão tomada por António Mexia em 2019. ‘Board’ garante aplicar “apertados mecanismos de controlo”.

Conselho da EDP vai controlar projetos com mais regularidade
António Lobo Xavier – EDP 1

Prestes a completar um ano no cargo, o chairman da EDP já procedeu a mudanças no seio do Conselho Geral e de Supervisão (CGS). O órgão onde se sentam os acionistas e membros independentes passou a monitorizar os projetos com maior frequência após as pesadas baixas na Colômbia que culminaram com prejuízos de 550 milhões de euros para a EDP Renováveis em 2024. A palavra-chave é mitigar “impactos negativos” numa fase “mais precoce”, segundo o relatório anual do CGS.

Questionado pelo JE, António Lobo Xavier explicou que “no plano específico do CGS, decidiu-se discutir e avaliar o estado dos projetos com uma periodicidade mais estreita”.

O chairman garante que a “EDP dispõe de mecanismos sofisticados de controlo da evolução dos investimentos, e esses controlos são reportados pelo CAE [Conselho de Administração Executivo] ao CGS”.

Sobre o projeto da Colômbia, aponta que foi decidido em 2019, “não foi por este CAE nem por este CGS”, isto é, durante o mandato do CEO António Mexia e do chairman Luís Amado.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Relacionado