Concelhos do interior Norte e Centro e Algarve em risco máximo de incêndio

Quase cinco dezenas de municípios estão em risco máximo nos distritos de Bragança, Viseu, Coimbra, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Leiria e Santarém, de acordo com o IPMA.

Concelhos do interior Norte e Centro e Algarve em risco máximo de incêndio
A firefighter watches a forest fire near the village of Fato, central Portugal

Cerca de 50 concelhos do interior Norte e Centro e da região do Algarve estão hoje em risco máximo de incêndio, disse o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Quase cinco dezenas de municípios estão em risco máximo nos distritos de Bragança, Viseu, Coimbra, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Leiria e Santarém, de acordo com o IPMA.

Em risco muito elevado estão cerca de 80 concelhos de distritos como Bragança, Vila Real, Porto, Aveiro, Viseu, Coimnbra, Leiria, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Beja e Faro.

O IPMA colocou em risco elevado quase toda a região do Alentejo e dezenas de municípios de Lisboa, Santarém, Leria, Coimbra, Viseu, Aveiro, Braga e Viana do Castelo.

O risco de incêndio, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de ‘reduzido’ a ‘máximo’, e os cálculos são obtidos a partir de temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Para hoje está prevista uma descida da temperatura máxima, em especial no interior, e há ainda a possibilidade de chuva fraca ou chuvisco no litoral a norte do Cabo Raso.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 14º Celsius (Guarda) e os 20º (Faro) e as máximas entre os 23º (Viana do Castelo e Porto) e os 31º (Castelo Branco, Évora, Beja e Faro).

Relacionado

Seca e calor pressionam preços dos alimentos na Europa

Seca e calor pressionam preços dos alimentos na Europa

Teresa Cotrim20 Ago
As ondas de calor que atravessaram a Europa estão a expor as fragilidades da agricultura perante um clima cada vez mais extremo. Da França à Itália, passando por Espanha e Alemanha, culturas e pecuária enfrentam perdas significativas, enquanto a escassez de água agrava a pressão sobre os produtores. Em Portugal, a experiência acumulada na adaptação ao calor pode constituir uma vantagem. Mas o impacto já começa a chegar aos mercados e ameaça reacender a inflação alimentar."Temos de segurar a parte alimentar", alerta CAP.