A buzzword da transformação digital já nos acompanha há algum tempo e vai continuar. Se a pandemia veio determinar que todos os processos de adoção fossem mais rápidos, não poderemos esquecer, contudo, que ainda existem desafios e dores deste crescimento abrupto e acelerado, o que levou a que as empresas estejam em diferentes velocidades na adoção da transformação e tecnologia nas diferentes indústrias.
É normal que as organizações passem por estágios de maturidade que lhes permitem ganhar confiança e reconhecer a real vantagem do potencial tecnológico que incorporaram nos seus ecossistemas e que o processo não é feito numa única passagem, mas sim ao longo de uma jornada.
As empresas tiveram de se adaptar rapidamente, não podendo perder a oportunidade de se reposicionarem no mercado para dar respostas aos seus clientes, para serem capazes de se diferenciarem não só no seu produto, mas também nos seus serviços junto dos demais concorrentes. Dependendo da sua dimensão, grande parte das empresas não detinham nem encontraram recursos humanos tecnologicamente preparados para enfrentar a realidade com que se depararam, tendo de ser suportadas por parceiros.
A cadeia cliente/parceiro exigiu processos muito mais ágeis, profissionais e de excelência. Isso levou a que muitas organizações tivessem de se posicionar junto de novos parceiros capazes de entregar esses novos serviços, com mais qualidade e inovação.
Os parceiros que se encontram nesta cadeia de valor têm um papel vital e também se reinventaram para garantir que os seus clientes teriam uma resposta eficaz e eficiente com os seus valores humanos competentes e capazes de responder em tempo útil aos desafios. Os centros de excelência são focados em construir equipas multidisciplinares altamente competentes para dar resposta a processos mais inovadores, automatizados e industrializados.
Num mercado cada vez mais globalizado e além-fronteiras, os parceiros agilizaram e anteviram que os seus serviços teriam de acompanhar esta transformação e exigência e adotar serviços de qualidade diferenciadores de outros players de mercado. Para dar resposta a estes desafios, envolveram no seu seio talento tecnológico altamente qualificado e focado na tecnologia como forma de dar resposta a ecossistemas cada vez mais complexos e diversificados nos seus clientes.
Se é reconhecido pela indústria tecnológica que os perfis especializados são escassos e constitui um desafio diário captar novos talentos, também deveremos ter consciência que parte de dentro das organizações cativar e motivar os colaboradores que se encontram no melhor local para o seu desenvolvimento de carreira.
Este desafio complementa-se com formação, reconhecimento e projetos a nível mundial.
À semelhança das diferentes velocidades da adoção tecnológica dos clientes nas mais diversas indústrias, os recursos humanos, ao integrarem um centro de excelência, adquirem a possibilidade de ter uma evolução contínua que garante uma progressão de carreira acelerada. Desta forma, é possível desenvolver de uma equipa coesa, colaborativa e com oportunidade de estar continuamente num ecossistema de pesquisa, desenvolvimento e inovação.
No Centro de Excelência aprimoramos e valorizamos o recurso humano, garantindo ciclos de progressão, desenvolvimento e carreira complementados com formação e certificação tecnológica que tem um efeito vinculativo e de retenção, não obstante a escassez de recursos tecnológicos do mercado.