Associação Portuguesa de Bancos alerta para chamadas fraudulentas feitas em seu nome

Perante uma chamada deste tipo, a APB recomenda que os destinatários não forneçam qualquer informação, terminem imediatamente o contacto e confirmem diretamente com o seu banco, através dos canais oficiais, a eventual existência de uma operação suspeita. A tentativa de fraude deve também ser comunicada às autoridades competentes.

Associação Portuguesa de Bancos alerta para chamadas fraudulentas feitas em seu nome
Cristina Bernardo

A Associação Portuguesa de Bancos (APB) alertou esta quarta-feira, 26 de agosto, para a realização de chamadas telefónicas fraudulentas por pessoas que se fazem passar por colaboradores da instituição.

Segundo a APB, os autores das chamadas alegam a existência de transferências suspeitas ou de outras operações irregulares nas contas bancárias dos destinatários. De seguida, procuram obter dados pessoais, informações bancárias, credenciais de acesso ao homebanking ou códigos de autenticação.

A associação alerta ainda que, em alguns casos, os autores recorrem a técnicas de spoofing, que permitem falsificar a identificação da chamada. Desta forma, pode surgir no telemóvel da vítima o número geral da APB — 213 510 070 — apesar de o contacto não ter sido efetuado pela associação.

“A APB não acompanha contas ou operações bancárias de particulares e não contacta clientes dos bancos para comunicar movimentos suspeitos”, esclarece a entidade. A associação sublinha que nunca solicita dados pessoais ou bancários, palavras-passe, credenciais de acesso, códigos de autenticação ou outros elementos de segurança.

Perante uma chamada deste tipo, a APB recomenda que os destinatários não forneçam qualquer informação, terminem imediatamente o contacto e confirmem diretamente com o seu banco, através dos canais oficiais, a eventual existência de uma operação suspeita. A tentativa de fraude deve também ser comunicada às autoridades competentes.

A associação recorda que a apresentação de um número institucional no ecrã do telefone não garante que a chamada tenha sido efetivamente realizada pela entidade em causa. Em caso de dúvida, os cidadãos devem interromper o contacto e confirmar sempre a informação através dos canais oficiais, defende a associação da banca.

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