Sustentabilidade

Valormed recolheu 1.399 toneladas de resíduos de medicamentos em 2025

Os portugueses devolveram 1.398,9 toneladas de medicamentos fora de uso e respetivas embalagens em 2025, um aumento de 3,46% face ao ano anterior. Deste total, 94,4% tiveram origem nas farmácias comunitárias e locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica, confirmando a importância da rede farmacêutica como principal ponto de proximidade para a correta gestão destes resíduos. Este volume corresponde, em média, a cerca de 3,8 toneladas de resíduos recolhidos por dia em todo o país, diz Valormed.
Redação10 Ago
Valormed recolheu 1.399 toneladas de resíduos de medicamentos em 2025

Francisco Botas: “É necessário avançar na União Bancária, na simplificação regulatória e potenciar a colaboração público-privada”

Sobre os planos dos bancos centrais de transição para o carbono neutro, tanto para os bancos como para os bancos centrais e para as empresas, Clara Raposo, vice-Governadora do Banco de Portugal defendeu uma maior integração europeia. "Sempre que temos maior integração europeia numa determinada área, normalmente encontramos bons resultados", disse.
Maria Teixeira Alves13 Mar
Francisco Botas: “É necessário avançar na União Bancária, na simplificação regulatória e potenciar a colaboração público-privada”

Juan Carlos Escotet: “Nada está suficientemente longe de nós, nada é absolutamente remoto”

O Chairman do Abanca considera a IA importante para o aumento da produtividade. Uma ideia, que depois foi sublinhada por Paulo Portas no painel seguinte, intitulado "A sustentabilidade na nova era geopolítica", que juntou Judith Arnal, Real Instituto Elcano e Paulo Portas, CEO da Vinciamo Consulting, com moderação de Vítor Bento, Presidente da Associação Portuguesa de Bancos.
Maria Teixeira Alves13 Mar
Juan Carlos Escotet: “Nada está suficientemente longe de nós, nada é absolutamente remoto”

Maria Soares do Lago: “Tenho receio que comecem a afunilar muito as alternativas de financiamento para essas empresas”

A sócia da Morais Leitão disse no Fórum Banca 2026 que União Europeia reviu as 'balizas' de forma a ter um caminho que as empresas consigam fazer, mas é necessário que continuem a trabalhar os ESG sob risco de começarem a ter a vida cada vez mais difícil em termos de financiamento. "Não produzem a informação e não a conseguem dar aos bancos... o que pode afunilar as opções que têm ou, pelo menos, as opções mais baratas, com uma taxa de juro mais simpática".
Almerinda Romeira10 Mar
Maria Soares do Lago: “Tenho receio que comecem a afunilar muito as alternativas de financiamento para essas empresas”