Banca e Seguros

BNP Paribas aliena participação de 25% na AG Insurance por 1,9 mil milhões de euros

Na sequência da assinatura, a 7 de dezembro de 2025, de um acordo-quadro entre os Grupos BNP Paribas e Ageas, o BNP Paribas Fortis vendeu ontem a sua participação de 25% na AG Insurance à Ageas, por um montante total de 1,9 mil milhões de euros, renovando a sua histórica parceria em bancassurance (poupança, proteção e seguros de vida e não vida) com a AG Insurance na Bélgica.
Maria Teixeira Alves30 Abr
BNP Paribas aliena participação de 25% na AG Insurance por 1,9 mil milhões de euros

Nubank em negociações para adquirir CGD Brasil por 42 milhões

A transação, caso concretizada, representa um passo estratégico para o Nubank, que tem até o final de 2026 para obter uma licença bancária junto ao Banco Central do Brasil. A autorização permitirá que a fintech mantenha sua atual denominação — algo exigido pelo regulador brasileiro desde o ano passado, que proibiu instituições sem licença bancária de usar nomes que sugiram ser um banco.
Maria Teixeira Alves30 Abr
Nubank em negociações para adquirir CGD Brasil por 42 milhões

Banca perdeu 14% da rentabilidade em 2025 e fosso entre grandes e pequenos bancos aumentou

Após um período excecional impulsionado pela subida das taxas de juro, as sete maiores instituições financeiras do país enfrentaram, em 2025, a primeira vaga de compressão de margens desde o pico do Euribor em 2023. É este o retrato traçado pelo terceiro relatório anual Portuguese Banking Pulse, elaborado pela Alvarez & Marsal (A&M), que analisa o desempenho comparativo da CGD, Millennium BCP, Santander, Novobanco, BPI, Crédito Agrícola e Banco Montepio.
Maria Teixeira Alves27 Abr
Banca perdeu 14% da rentabilidade em 2025 e fosso entre grandes e pequenos bancos aumentou

Mário Trinca: “Não se antecipa impacto estruturalmente relevante na performance do setor” com subida da taxa de stress do crédito à habitação

Na semana passada foi conhecido que o Banco de Portugal quer dificultar acesso ao crédito à habitação, no contexto de querer travar o endividamento excessivo das famílias. Mário Trinca, da Alvarez & Marsal Lisboa, em entrevista ao JE, diz que não espera que medidas para travar o crédito à habitação venham a ter "impacto estruturalmente relevante na performance do setor". O responsável pelo estudo da banca, que acaba de ser publicado, não antevê também risco de contágio direto da crise dos fundos de crédito privado à banca tradicional.
Maria Teixeira Alves27 Abr
Mário Trinca: “Não se antecipa impacto estruturalmente relevante na performance do setor” com subida da taxa de stress do crédito à habitação