Chamam-lhe a nova fronteira entre o packaging e o design de produto: as neurociências cognitivas chegaram ao desenho e, com elas, a possibilidade de o designer as ter em consideração na hora de criar um produto e o seu pacote. A ideia é que, a partir do design, os objetos saltem à vista através de uma influência cognitiva que lhes é atribuída. Mas será possível que os materiais influenciem comportamentos, percepções e até emoções nos consumidores? Como é que, por exemplo, a embalagem contribui para a fidelização dos clientes a uma marca?
O recém-nascido campo do neurodesign tenta esclarecer todas estas perguntas a partir da explicação do funcionamento do cérebro humano e defende que, sempre que um sujeito interage com um produto, serviço ou objeto, é vital perceber como o cérebro responde: as conclusões poderão ajudar a criar melhores e mais intuitivas interações e experiências.