Mário Centeno é o preferido entre socialistas para as presidenciais

Com o PS apostado em regressar ao Palácio de Belém, após vinte anos sem um Presidente da República socialista, o governador do Banco de Portugal surge como o nome mais consensual no Largo do Rato. Mandato de Mário Centeno no regulador bancário termina daqui a um ano.

Mário Centeno é o preferido entre socialistas para as presidenciais
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Mário Centeno, antigo ministro das Finanças e atual Governador do Banco de Portugal, é o nome mais consensual entre socialistas para ser apoiado pelo PS nas próximas eleições presidenciais, de acordo com informação avançada pelo “Público” esta quarta-feira.

Sem um socialista em Belém há vinte anos, o Partido Socialista já prepara as eleições presidenciais de 2026, com dois nomes a surgirem no topo das preferências para a sucessão de Marcelo Rebelo de Sousa: António Vitorino, diretor-geral da Organização Internacional para as Migrações – uma agência da ONU – entre 2017 e 2023 e que chegou a ser falado para fazer parte da lista do PS ao Parlamento Europeu, e Mário Centeno.

O antigo ministro das Finanças que também já ocupou o lugar de presidente do Eurogrupo, chegou a ser um nome falado para suceder a António Costa na chefia do Governo, caso a opção de Marcelo passasse pela substituição do primeiro-ministro e a não convocação de eleições. No entanto, o atual Presidente da República rejeitou essa solução, uma decisão que valeu críticas por parte dos socialistas.

Note-se que o atual mandato de Mário Centeno à frente do Banco de Portugal termina no verão de 2025 e até há quem avance com o desejo do Governador em avançar para um segundo mandato.

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