Madeira regista subida de 8% nas dormidas turísticas

Na Madeira, os proveitos totais e de aposento fixaram-se em 58,2 e 41,9 milhões de euros, em maio, uma subida de 18,2% e de 23%.

Madeira regista subida de 8% nas dormidas turísticas
turismo

A Região Autónoma da Madeira registou uma subida de 8,5% nas dormidas turísticas, em maio, face ao período homólogo, para as 964,2 mil, de acordo com os dados da Direção Regional de Estatística (DREM).

A DREM refere que os proveitos totais e os de aposento fixaram-se em 58,2 e 41,9 milhões de euros, subidas de 18,2% e 23% quando comparado com o ano anterior.

Do total de dormidas, em maio, na região, a hoteleira foi responsável por 73,2% (705,5 mil), um crescimento de 2,2%, e o alojamento local concentrou 24,5% do total de dormidas, uma subida de 33,1% face ao período homólogo.

O turismo no espaço rural concentrou 2,4% do total de dormidas na região, uma subida de 7,3%.

Em termos de mercados o mercado alemão subiu 12,6%, o francês (1,4%), o nacional (1,5%), enquanto que o britânico quebrou 2,4%.

Em maio, a estada média ficou em 4,42 noites, uma quebra face aos 4,58 noites do período homólogo.

A taxa de ocupação-cama do alojamento turístico ficou em 69,2%, mais 2,2% face ao período homólogo.

Já a taxa de ocupação-quarto atingiu ficou em 79,1%, quando no ano anterior era de 77,6%.

Já os proveitos de aposento por quarto disponível (RevPAR) ficou em 78,45 euros, em maio, uma subida de 21,9% face ao ano anterior.

O RevPAR da hotelaria subiu 23,8% para os 84,45 euros.

Já o proveito por quarto utilizado (ADR) fixou-se em 99,16 euros, uma subida de 19,6% face aos 82,89 euros do período homólogo.

Relacionado

“Não nos deslumbramos com os números. Este é um ano desafiante”, diz presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo

“Não nos deslumbramos com os números. Este é um ano desafiante”, diz presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo

Região observou o maior aumento dos proveitos totais (19,8%) e de aposentos (19,7%) em julho em Portugal Continental e regiões autónomas, mas com uma quebra de turistas norte-americanos que começou no ano passado e que José Santos alerta que está consolidar-se de forma negativa em 2026. "Estamos a procurar identificar e perceber essas causas", refere.